
De certo temos o ar e a água e de errado acho que tudo o que nos impede de viver… Seja a falta do ar ou da água ou de outros elementos.
Caminhamos nossos caminhos, compomos nossas idas e vindas, nossas idéias, nossos paladares e nossas trilhas sonoras… somos folks, jazz, bossas… Somos partes do todo, mas não devemos esquecer que somos todo da parte e de toda parte.
Tenho uma teoria que acredito ter uma certa verdade, apesar de primeiro ser somente teoria e por segundo ter saído de minha cabeça (que para muitos é tida como ”fora da casinha”) e que “graças a Deus é assim” dizem outros!
Bom, vamos à teoria: Acredito que nós seres humanos vivemos cada um numa órbita particular e que em determinados momentos de nossa existência nossas órbitas encontram-se com outras e por um período que varia de acordo com cada um, se relaciona com esta órbita… são, o que eu acredito ser, os casamentos, namoros, sociedades, amizades e afins… Porém, chega um tempo em que estas órbitas coexistentes tomam outros rumos, outras rotas e continuam a existir longes ou próximas, porém, não juntas… Por conseguinte, depois de outro tempo, estas órbitas podem ou não voltar a fazer parte do mesmo trajeto.
Alguns seres, a partir do momento em que se encontram, não mais se desconectam e vivem suas eternidades enquanto duram e sim, “duram” para sempre, “Tanta afinidade assim eu sei que só pode ser bom…” no entanto isso não é uma regra, já que a complexidade de cada ser humano faz de si um tomador de decisões que deixa ou não levar-se pela vida… Dão ou não uma pitada na estrada, conhecida também como destino. Arrependendo-se aqui ou alí.
Por fim uma pergunta: O que nos dá realmente prazer, as decisões tomadas pela razão ou pela emoção?
Sugestão de trilha sonora para o momento: Sarah Mclachlan: “Do what you have to do”!